Confetes e serpentinas na calçada.
Você me toma pela mão e me leva, passando por pessoas fantasiadas, bêbados e mascarados.
Longe da multidão, você abre o portão da casa vazia e me toma em seus braços.
Ao longe, o som do Carnaval toca sem cessar.
Mas só sinto você.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
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