Duas da manhã. A única iluminação provinha de um poste numa ruazinha distante e das estrelas, pequenos pontos de luz na vastidão do cosmo. A brisa leve da madrugada balança as folhas das palmeiras. Um cachorro late ao longe. A lua surge lentamente por detrás das árvores, prateando toda a cena ao redor.
Ouço apenas o som das nossas respirações. Não precisa ir, fica comigo mais um pouco. E, no silêncio das primeiras horas daquele dia de verão, sinto-te em cada parte do meu ser.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
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