Meus braços de repente estão vazios, assim como o meu coração, que nos últimos tempos teve seus dias de glória. As teias de aranha foram retiradas, a poeira foi varrida e as janelas foram abertas deixando a luz do sol entrar.
E então, do mesmo jeito que chegou, você se foi. A brisa de esperança tornou-se um furacão, destruindo os castelos de areia que eu construí.
Mas depois de todo furacão sempre volta o sol, aquecendo timidamente o frio que a sua partida deixou. Não há nada que uma xícara de chá e uma garrafa de vodka não curem.
E um telefonema seu.

Nenhum comentário:
Postar um comentário